Surgiu uma polêmica com o comercial de lingerie estrelado por Gisele Bundchen. Na propaganda, a modelo ensina como dar péssimas notícias ao marido (após bater o carro e estourar o limite do cartão). Ela, primeiramente, aparece vestida. Depois, da forma “certa”, só de calcinha e sutiã.
A propaganda despertou a ira da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República e da senadora Marta Suplicy, por ser supostamente preconceituosa: ensina as mulheres a usar seu charme, de forma submissa, para não ter problemas com os homens, algo sexista.
Vejo nada preconceituoso no comercial - mais uma peça publicitária que faz uma espécie de sátira. Preconceito, se existisse, estaria no papel de bobo do homem, facilmente convencido por uma mulher de calcinha e sutiã. Outra coisa insana é pensar que as mulheres, assistindo ao comercial, se tornariam “inferiores”, dependentes de jogadas sensuais.
Isso é subestimar a inteligência das mulheres. Apesar de não ser o meu tipo predileto, Gisele tem bastante personalidade e inteligência, além de beleza.
A marca Hope, mesmo com os protestos, acabou gerando mais popularidade para suas lingeries. O comercial, ameaçado de banimento da TV, da internet e de outdoors, fez ainda mais sucesso. Na briga, todos conseguiram um pouco mais de fama.

2 comentários:
Concordo plenamente com vc Vieira! Estão querendo q o mundo fique mais sem graça, mais sisudo, enfim, mais "sem-Gisele"! Mais uma ação da "liga protetora das minorias" querendo impor a sua pauta de ignorância e do politicamente correto!
Então, nesse caso, exageraram em rotular a peça como preconceituosa!
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